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,15/07/2024

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F1: Yuki Tsunoda se prepara para temporada decisiva na carreira

Para o japonês da AlphaTauri é “ou vai, ou racha” em 2023


F1: Yuki Tsunoda se prepara para temporada decisiva na carreira Foto: reprodução

A Fórmula 1 se prepara para iniciar mais um ano no campeonato mundial. Os pilotos já estão no Bahrein, onde fazem os testes de pré-temporada para, na semana que vem, darem inicio ao campeonato de 2023. Mais uma vez no grid está o japonês Yuki Tsunoda, de 22 anos, que entra na temporada mais importante da carreira. 

O jovem natural de Sagamihara, Kanagawa, vai para o terceiro ano completo na F1 desde que subiu em 2021. Yuki era o protegido da Honda, fornecedora de motores da Red Bull e da equipe irmã, a AlphaTauri, e chegou para o lugar do russo, Daniil Kvyat, como mais um estreitamento de laços entre a marca automobilística japonesa e a equipe austríaca.

Na temporada de 2021, chamou a atenção do paddock ao pontuar logo na abertura daquele campeonato, com um P9. Mas, ao longo do ano, os pontos se tornaram raros (o que não é nenhum demérito para um novato), das 22 etapas, Yuki pontuou em 7 oportunidades e ficou marcado por alguns erros de estratégia e de agressividade ao longo do ano. Terminou 2021 em 14° com 32 pontos, 78 pontos a menos do que seu companheiro, Pierre Gasly. 

Porém o futuro parecia promissor, Tsunoda garantiu um P4 na corrida final do ano, em Abu Dhabi, o melhor resultado da carreira, e ajudou a equipe a terminar o ano em 6° lugar à frente de Aston Martin, Williams, Alfa Romeo e Haas.

Só que 2022 foi mais infeliz ainda, a AlphaTauri não entregou um carro confiável e até mesmo Gasly acabou perdendo rendimento. Das 22 etapas no ano passado, Yuki pontuou em 4 apenas. Terminou o campeonato em 16°, com 12 pontos, 11 atrás de Gasly. A Alpha só ficou na frente da Williams em 2022 e a equipe britânica nem sequer pontuou. 

Agora em 2023, Yuki assume um novo posto dentro da ‘Red Bull B’. Gasly se mudou para a Alpine e agora Tsunoda recebe o holandês Nyck De Vries para ser o companheiro, ou seja, o japonês se torna o piloto mais experiente da equipe, a expectativa cresce ainda mais e os resultados precisam aparecer se Tsunoda quiser se manter na F1 em 2024.

A situação se agrava ainda mais com o distanciamento de Red Bull e Honda, já que a marca austríaca anunciou que, a partir de 2026, terá parceria de motores com a Ford, enquanto a Honda buscará outras equipes. Além da chegada de novos pilotos para a Red Bull Driver Academy, como o brasileiro Enzo Fittipaldi. 

Claro que a pré-temporada não revela nada, mas as coisas não estão boas para Yuki. No primeiro dia de testes o japonês foi 14° com um tempo de 1:34.671, 0.122s atrás de De Vries e, principalmente, 0.107s atrás de Felipe Drugovich, que pilotava a nova Aston Martin pela primeira vez e fez 15 voltas a menos que Yuki. 

No segundo dia, Tsunoda viu De Vries ficar com a quarta colocação geral, enquanto o japonês fez o 17°, e último, tempo da tabela. A F1 volta na semana que vem com o GP do Bahrein e aí sim poderemos ter uma leve noção de como Yuki Tsunoda vai encarar a temporada mais decisiva da carreira.





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